31/01/07

15 set 2006

Das palavras nasce a vida. E a vida não é mais do que as palavras que gravamos e deixamos gravar no nosso corpo e no nosso espírito, a sangue, a fogo e mitigadas pela água que refresca e cura com o pó da terra, barro de que somos feitos todos nós. Vivo como se tatuasse a minha vida com a dor e a alegria de existir, em solidão. Todos os dias mais tinta e pergaminho porque só as palavras interessam, só as palavras.

O início

"eo Baudolino de Galiaudo de los Aularios... "Baudolino raspava pergaminhos para ter onde escrever. É o que faço. Com todos os suportes contaminados, resta-me raspar e escrever por cima. Veremos ao que estou destinado. (27 jul 2006)