Contas, recontas, escreves, reescreves. E, nas tuas palavras, quem ouve e lê confunde memória, ficção, alteridade e introspecção. Serás sempre palimpsesto, condenado a fazer e desfazer apesar de ti próprio. Não lutes pela tua credibilidade. Quem não compreende não distingue e apenas lê o mais recente. Tu és mais do que isso no teu jogo vital.