24/04/08

Nasceste quente, do ventre da tua mãe, linda, a questionar o mundo como hoje o fazes. Desafias-te e desafias-me no crescer tão rápido, na sede de te tornares adulta, enquanto eu tento manter a imagem de quando a tua mão era tão pequena que a fechava toda na minha, como um tesouro. Vai-se revelando, em cada dia do teu amor fugidio, que com o sangue do teu cordão umbilical te escrevi e te gravei no mais fundo de mim, para sempre. Foste o meu, o nosso primeiro poema. Um dia, com mais tempo, não te preocupes agora em pensar muito nisso, saberás o que isso vale. Se calhar já sabes, sempre soubeste e eu ainda não percebi...
Um beijo

para a M.

16 comentários:

Lyra disse...

Olá, bom dia,

Passei por aqui só para desejar em excelente fim de semana e deixar um beijinho grande.

Voltarei na segunda-feira para te ler. Até breve.

;O)

* hemisfério norte disse...

que lindoooooooo
adorei
beijos e bom final de semana
a.

un dress disse...

da circulação dos dias

antes depois

até






beijO

~pi disse...

ser:

divagar de va gar

Joaninha disse...

Fantástico. Como sempre.

lupussignatus disse...

o efervescente

sangue

da

escrita



abraço

Rui disse...

Vejo-me aflito com dois poemas a fugir ao meu controlo. E mordem.

nana disse...

arrepiada de tanto sentir.....

obrigada por aqui o partilhares.

mesmo
e tanto.



:,o)

kermit disse...

Grande, grande momento. Tenho duas filhas, essa bate cá mesmo no fundo.

isabel mendes ferreira disse...

encantada!!!!!!



.




.


.__________________obrigada.

Claudia Sousa Dias disse...

Um grande beijinho de Parabéns!


CSD

JRL disse...

se calhar, já sabem... :) um abraço.

Blas Torillo disse...

Querido Bau.

Hermosas cosas dices aquí. En efecto. Crecen, pero dejan y hemos construido sus huellas en el corazón, la mente y la memoria.

Hay que dejar que crezcan y seguir amándolas...

La vida seguro las llevará con nuestros anhelos dentro.

Un abrazo.

rosasiventos disse...

the book of life

Lyra disse...

Senti o que escreveste como mãe...
E senti-o profundamente, tanto quanto é possível amar um filho.

Beijinhos e até breve.

;O)

jguerra disse...

Olá Baudolino! Belo! Sinceramente fenomenal!
Bela homenagem.
Como sempre escreveste maravilhosamente bem.